Foi eu parar de escrever e um monte de gente estava achando ruim um cara ser condenado a cadeia por recomendar que pais transem com seus filhos (e daí para pior), aliás, a própria direita conservadora que até então não aguentava nem ver beijo gay na novela, nunca ficou tão claro o quanto a moral e os bons costumes nessa ideologia são bastante relativos e inconstantes, que nem a heterossexualidade do chupetinha. Segue rolando a guerra de Israel e Palestina, e agora, a taxação de 50% do Trump por causa do Eduardo Bolsonaro. E se tem uma coisa que Trump e a familia Bolsonaro tem em comum além de menos neurônios que dedos, é não aguentar a idéia de não ser o centro das atenções, seja como vítima, seja como vilão, e normalmente como os dois. E a única sobriedade desse meio é ver uma boa galera aprendendo a lutar de verdade nas redes com a campanha sobre taxar os super ricos, mais do que necessário e bem vindo, alias!
E eu traço todo esse cenário aqui para sabermos de onde estamos partindo e entendermos para onde vamos, prevendo icebergs no caminho. O Brasil pós segunda guerra tem uma boa vocação para Titanic, mas o final pode ser outro. Deus no comando e eu aqui, na comédia e na arte, pois é tudo o que eu sei fazer nesse cenário: Não enlouquecer no meio disso tudo e ajudar mais pessoas a não enlouquecerem também!
E parte disso é voltar a escrever os quadros do blog e também tentar trazer coisas novas. Por esses dias eu estive testando uma forma de produzir, com IA, quadrinhos do Pete Podcast, e tentar ver no que dá! Também tentarei outros conteúdos com IAs e mais alguma coisa que passe pela minha cabeça! Bem vindos a 2025, e vamos em frente com humor para manter a cabeça no lugar!
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